quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dia 1

Chegámos a meio da tarde a Paris. Do avião ainda conseguimos ver a torre Eiffel. Depois de irmos para o nosso maravilhoso T0 em Montmartre, 19 m2 de cortar a respiração, fomos jantar com uma amiga - que está lá a viver por uns tempos - numa daquelas esplanadas parisienses maravilhosas. Comemos uma salada norviége, de comer e chorar por mais!


De seguida, já sozinhos, demos um saltinho até ao famoso Moulin Rouge, que é logo ali ao pé de casa! Apinhadinho de gente e com uma fila interminável, deu para sentir a euforia do turista quando chega ao afamado moinho ou não fosse dia da criança (é só mesmo para meter esta bucha!). Pode-se considerar este o dia 0, porque o dia 1 propriamente dito, começou no dia seguinte à chegada. Quando passa das 17h já não conta como dia! 

Ora dia 1, agora sim. Fomos direitinhos aos Les Invalides. Muito bonito, com árvores em cone, muito coquetes, canhões a dar com um pau e uma cúpula maravilhosa em dourado. Daqui andámos por aquelas lindas ruas até ao Champs de Mars, que com vento não é nada agradável meus amigos, aquilo é uma poeirada pegada. Para quem tem lentes de contacto então, é um miminho dos diabos. Mas foi aqui que tivemos a primeira vista para a torre. Eu ia um bocadinho naquela, vou chegar lá e aquela bodega é uma desilusão. Desenganem-se. A torre Eiffel é brutalíssima! Já lá vamos. Começámos a andar para a dita e pelo caminho vemos os turistas (que não nós!) a fazer as figuras mais ridículas a tirar fotos à torre. De tal modo que tivemos que tirar uma foto a este senhor, que estava deveras entusiasmado:


Esta não seria a sua primeira posição e não foi certamente a última.

Fotos e fotos e mais fotos depois (impossível resistir), lá passamos a torre e é uma maravilha. Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a magnitude da coisa e a sua beleza diferente de tudo e unicamente magnífica. Continuámos caminho para o Trocadero, logo em frente, com resmas de turistas histéricos a tirar fotos e senhores, talvez muitos deles senegaleses, pejados de miniaturas de torres Eiffel de mil e uma cores e lenços de "griffe", chatos como a potassa. Siga para bingo a pé (porque somos masoquistas e porque ainda estávamos bem frescos) até ao Arco do Triunfo, que até tem uma Caixa Geral de Depósitos ao pé (achei interessante partilhar). Adorei, é lindíssimo, cheio de pormenores maravilhosos. Não chegámos a subir. Continuámos caminho para os não menos famosos Champs Élysées!


Oh pra ele e para os cabeçudos todos à frente!

Como a malta é pobre, começa a descer a famosa avenida e saca da bela da sandocha e do pacote da batata frita para almoçar no banquinho. Nós e mais uma catrefada de gente, não se preocupem com o mau aspecto desta que vos escreve! 
Eu tenho para mim que quando entramos nos Champs Élysées há um dispositivo que dispara e a maldita música não nos sai da cabeça. É impressionante... Rasparta os franceses.
Fiquei fascinada com O PRÉDIO da Louis Vitton. Um prédio! Só reparei depois de uns segundos de olhar para a fachada. Minha nossa. O raça da avenida nunca mais acaba. Lá chegámos ao fim, onde virámos para o Gran Palais e o piqueno Palais, lindos de morrer também (começo a ser repetitiva, mas é tudo espantoso ali). Desembocámos na ponte Alexandre III, outra maravilha! Percebi então que já tínhamos dado a volta, porque ao fim da ponte estavam os Les Invalides. Oh diabo.... Esta ponte deu cabo de mim, é linda linda linda, com uns pormenores e umas estátuas de tirar o fôlego... 




Daí partimos para a gigantesca Praça da Concórdia, e ali estava ele, imponente, o Obelisco de Luxor.


Brutal! Também fiquei fascinada com a fonte e com os candeeiros. Tudo de uma beleza fantástica. Dá para perceber que fiquei esmagadinha com tudo? Ou ainda não?

Continuámos a nossa já longa jornada (eram só duas da tarde.....) em direcção ao Louvre. O vento continuava a ser um bocado ordinário, mas como estava um calor abrasador, até que deu jeito, tirando a poeira constante no ar. O meu cabelo estava palha, as lentes, cartão e os braços à camionista. Sentamos-nos um pouco à sombra a descansar, para nos prepararmos para a estucha do museu. Eu não sabia, mas a entrada do museu é feita pela pirâmide! Lindo! O mais lindo, foi termos o passe do museu. Foi chegar e entrar! É que Paris é a cidade das filas, não do amor, nem das luzes. Filas. Bichas. Bichas não tanto como em Londres, que há muita bicha à solta, mas filas há mais c'as mães, valha-me Deus.

AMEI as esculturas italianas, já em Itália me tinha apaixonado. São de uma perfeição que não dá para acreditar, sinto-me esmagada a vê-las. Adorei mesmo. Quanto às pinturas, gostei muito de umas quantas, mas nada de especial. A Mona coitada, lá estava, cheia de japoneses à volta... É pequena, mas não tão pequena como pensava. 



Onde está o Wally?...

Acabou aqui o dia. Isto está mmmmmmmmmmmmmuito resumido, porque também não quero maçar os fregueses. Foi um primeiro dia fantástico, cada cantinho daquela cidade apaixona qualquer um.

E assim acabou:


Nada mau hein? :)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Paris

Fonte: Panuci

Tudo o que ouviram falar sobre Paris, todos os clichés, todos os lugares comuns: é tudo verdade.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O meu reino por...

um pepino fresquinho nos olhos. Acho que não quero brincar mais ao design...

terça-feira, 31 de maio de 2011

Amélie Poulain

Acabei de rever a "O fabuloso destino de Amélie". Já não via este filme desde a altura em que saiu, penso até que só o vi uma vez. Porquê, não sei. Acabei de me apaixonar mais uma vez pelo filme, mas desta vez tocou-me bem fundo, não sei se é por a idade ser outra. Talvez. Toda a mensagem é de uma delicadeza sublime, é ingénua, parece que estamos a assistir a um conto de fadas dos tempos modernos, com todos aqueles estratagemas da Amélie à mistura. Dei por mim com um sorriso rasgado em variadíssimos momentos, parecia uma criança a ver desenhos animados. Há muito que não me sentia assim a ver um filme. É a magia dos filmes bons e imortais, como este certamente será. Para não falar na delícia que é a banda sonora...

E a partir de 4ª, vou eu fazer o meu filme em Paris :)


segunda-feira, 30 de maio de 2011

O teu riso


Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.

Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.

A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.

Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.

À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera , amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.

Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Neruda

Done

E pronto já está :)


Foi o que se pode chamar o dia perfeito! Correu tudo às mil maravilhas e até o tempo ajudou! Só houve dilúvio e trovoada na altura do almoço, por isso, podia chover este mundo e o outro que a malta queria era comer e beber! 


Agora é descansar, porque 4ª feira lá vamos nós para Paris de la France!






sexta-feira, 27 de maio de 2011

Last day

E aqui estou, nas minhas horas de solteirinha, à espera que o verniz seque, cheia de medo de tocar em qualquer objecto perigoso que me estrague o belo trabalho que a Cecília fez. Sozinha em casa, só consigo pensar numa coisa: será que chove amanhã? Ando há uns dias com este pensamento. Não por ser doida varrida, mas pelas previsões que não mudam, mesmo que vá aos sites de meteorologia de 5 em 5 minutos. Era pedir muito que não chovesse entre as 11h e as 13h, oh xôr S. Pedro? Como é a única coisa que não posso controlar, resta-me tentar não pensar na coisa e anhar em frente à televisão até achar que o verniz já está mesmo seco. Ou seja, lá para as 22h da noite, nunca fiando.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Em repeat

"Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?"

Juro que nunca mais pergunto a uma noiva se está nervosa. JURO!!!!! 

Estou nervosa por me perguntarem se estou nervosa!!! Jeez.........

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Français 1




domingo, 15 de maio de 2011

Post da praxe

Faz hoje 7 anos que benzemos as fitas!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Padrõexinhos

Este é que é o Gonorreias. Sim, estava a falar como ele, tal e qual e ainda dei umas fortes gargalhadas sob o efeito da anestesia. Coisa que não posso fazer agora!

Dentista

Fonte: Google

Estes últimos dias não têm sido nada fáceis. Tudo começou na semana antes da Páscoa, uma dor na gengiva começou a atazanar-me o juízo. Pensei que era mais uma das dores de gengiva, que amanhã passava, mas nunca chegou a passar. Passado o fim-de-semana prolongado da Páscoa e muitos Brufens depois, fui ao dentista. Medo e pânico. Veredicto final: tenho que tirar o siso. Não por o dente estar podre ou qualquer coisa triste do género, mas estava "Incluso", tinha muita gengiva por cima, ou seja, a papinha metia-se ali nos entrefolhos e pronto, sarilho. Esta quarta fui tirá-lo. 4 ou 5 anestesias depois (deixei de contar...), o sr. Dr., por sinal muito simpático e apessoado, uma jóia de uma pessoa, lá me tirou o dente, num abrir e fechar de olhos. "Só isto?" pensei eu, ingénua eu... Depois de me suturar a gengiva com uns 2000 pontos, lá fui eu a falar à Gonorreiras (personagem célebre dos Gato Fedorento), toda feliz e contente porque afinal não tinha sido tão mau! Pessoas más, aquelas que diziam que ia sofrer horrores.... Ora bem, o efeito milagroso da anestesia passou e agora é que são elas.... Algumas dores, bastante atenuadas pelo Clonix e companhia, mas a pior dor de todas é a de não poder comer... EU. Não poder comer. Só posso ingerir líquidos e FRIOS.... O horror. No primeiro dia a fome era tal que comi uma coisa que odeio do fundo do meu coração: maçã assada. Mas meus amigos, uma pessoa com fome, come qualquer coisa para se alimentar e com comprimidos no bucho e sem comida a acompanhar, eu já estava a passar para o outro lado. Sacrifícios.  O que comi desde quarta resume-se a muito iogurte líquido, 3 gelados, a maçã assada que me salvou do badagaio, mousses de limão, sopa fria, puré de batata e um prato de esparregado, o meu jantar de ontem. Se não emagrecer à pala disto, parto a boca a alguém...

domingo, 1 de maio de 2011

Dia da Mãe

A minha é a melhor do Mundo. E a vossa? :)



Fonte: Google

quinta-feira, 28 de abril de 2011

ONE

Falta um mês.

Um mês.

É só o que tenho a dizer. É só o que consigo escrever neste momento.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ontem e Sempre

Ontem fui pela primeira vez à Avenida da Liberdade celebrar o 25 de Abril! Lá fui eu, Avenida abaixo toda feliz e contente, eu e o povo pah! Gostei de sentir a união, mas o que gostei mesmo foi de ver espelhado na cara das pessoas o sentimento que nutrem pela data e a vontade de quererem que este nosso pequeno país siga em frente e que não continue a dar tiros nos pés. Foi bonito, pena ter sido a primeira vez.

Ficam agora aqui alguns registos:

O típico homem do bigode e o seu chaimite



Também eu amigo, deixa lá.
O sentimento é mútuo e geral.



Portugal ao contrário.

Olha o coiso.... 

Na porta da casa de banho do "Jerónimo", no Rossio.
Pode dar jeito a alguma alma mais só.
Quem é amiga, quem é?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Num 16 de Abril perto de si

Fonte: Panuci

Com que então, as 7h da manhã de um domingo são assim...

Great ball of fire!

Lamechices

Não há nada melhor do que estar com a nossa família. Não há nada melhor do que os almoços e jantares familiares. Todos temos queixas das nossas famílias, mas não há nada melhor do que estarmos todos juntos e aproveitar cada momento, porque nada dura para sempre. Visão pessimista da coisa? Talvez, mas é a realidade. Por isso, cada vez que pensarem "Fogo, outro almoço de família, que seca....", pensem que há que abraçar estes pequenos momentos, que pecam por ser poucos e aproveitem tudo e todos. Deu-me para isto hoje, não me perguntem porquê. Só porque hoje passei o dia em família!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Bimba

Fonte: Google

A minha última aquisição. E até agora estou a adorar!

Mas melhor, melhor do que a Bimby, é este pequeno acessório que comprei no IKEA:
Fonte: ikea.com


Faz maravilhas. Descascar cenouras passou a ser toda uma outra experiência.

sábado, 16 de abril de 2011

Origens

Na sexta fiz uma coisa que me deixou de coração cheio e muito muito feliz. Fui visitar os meus ex-colegas de trabalho que já não via há mais de 2 anos. Desde o dia em que saí que não os via e as saudades eram muitas, foram 5 anos de cumplicidade que felizmente não ficaram por ali. Desde a senhora da recepção, ao refeitório, ao 1º. ao 2º e ao 3º andares, visitei todos a que tinha direito e foi muito boa a recepção. Estão todos iguais, conforme os "deixei"!
Adorei revê-los, adorei abraçá-los, adorei aquele abraço de despedida na recepção. E até outro dia :)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Re-re-re-refresh.

Mais uma vez, fizemos refresh ao blog. Opiniões? Optámos por um look mais suave e que tenha mais a ver com as três estarolas que por aqui andam. E também porque eu gosto de andar sempre a mudar e lhes chateio a mona. E posso também ter-me enganado na penúltima alteração e posso eventualmente ter perdido o template que tinha o lápis no topo.... Eventualmente hã? Só.

Das férias

Esta semana estou de férias e estou em casa, onde muito tranquilamente a vou limpando e arrumando. Nos entretantos, vou pondo as minhas séries em dia. Férias relax portanto. Excepto quando vejo a "Anatomia de Grey". Ele é chorar baba e ranho do início ao fim e ficar com o coração nas mãos durante 45 minutos. Não há direito. Nunca falhei nenhum episódio, continuo completamente viciada, mas o meu pobre coração não aguenta tamanha trama... Álaber se começam a fazer episódios mai levezitos faxavor.

Fonte: Google

Dia Mundial do Beijo

Oscula-me, oscula-me...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Contra-senso

Quando vejo o Biggest Loser só me apetece comer.... Não é suposto, certo? Devia-me dar vontade de ir ao ginásio, já que tenho a vida um bocadinho mais facilitada que eles. Mas não, só como é merdum. Esta série está-me a dar cabo do sistema nervoso, está sempre tudo a chorar e alguns deles já não me parecem muito genuínos, acabam por ser um bocadinho semelhantes a alguns que por lá passaram. Estou a acompanhar, mas tenho estado mais viciada no Hell's Kitchen. Aquilo é uma rebaldaria todos os dias, tudo aos gritos e altas car%lh$d*s para trás e para a frente, aquilo é que é um serão bem passado! Contudo, também me dá vontade de comer...

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Na rua onde eu trabalho

Na rua onde eu trabalho há obras, há pó, há camiões, gruas e retroescavadoras também. Todos os dias é um corropio de gente. De colete reflector e capacete para trás e para a frente, parecem um grupo de pirilampos a vaguear numa noite de verão. A rua está cortada, os edificios à nossa volta foram demolidos e em frente começa a nascer um viaduto. Diz que são as obras da nova ponte e diz que aqui vamos ficando com tudo ao nosso lado a desparecer e as nossas paredes a tremer com a força das máquinas a trabalhar à volta. Tudo o que é bicheza está a sair da terra e o albergue é o nosso jardim. Ainda no outro dia fomos saudados com uma cobra de tamanho considerável que se repastou com as osgas gordas que por aqui passeiam. Se ainda cá andasse o Jolie (o rato do jardim) tinha sido caviar! Dia após dia, assistimos às mudanças na rua sejam elas paredes que deixam de existir, casas e pessoas que deixam de aqui viver, sentidos de trânsito trocados, estradas a aparecer e o viaduto a crescer.


Mas o melhor e mais agradável que tudo isto e do que o cheiro a alcatrão pela fresca... é ter chegado de manhã cedo e ver os homens das obras em cuecas!!!!! :)

Barreira psicológica

Parece que me caiu agora a ficha que vou casar daqui a 2 meses. A barreira psicológica do mês de Abril chegou e nunca pensei começar a stressar desta forma....

Só temos mais 7 sábados, SETE, até ao casório. SETE. Sou oficialmente uma noiva em stress.

terça-feira, 22 de março de 2011

Eu conto as horas...





Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração

Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas
Pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo


Dei com este música hoje na rádio. E é isto.

Mundo mágico

Manhã de animação no autocarro. Hoje não encontrei a minha amiga aventesma, ao contrário de ontem….

Não havia a minha aventesma de estimação, mas havia outras que tais para animar a festa. Mal entro no autocarro, a senhora que estava atrás de mim fez DE TUDO para passar à frente de toda a gente para se ir sentar lá atrás… “Ai que vou cair”… E eu a topá-la e a tapar-lhe a passagem…. Depois como viu que à minha frente não passava, tentou por outro flanco… Só que o jovem que estava a tapar o outro flanco disse-lhe logo “É que também quero ir lá para trás”, mas não julguem que isso a demoveu. Falhou no seu objectivo de passar à frente de meio mundo, mas conseguiu atingir o objectivo final: sentar a real regueifa. Pena não ter sido eu a ocupar o último lugar. De seguida, um homem feito, vestido à motard, cabelão comprido, casaco de cabedal e óculos escuros, ia (vim eu a descobrir mais tarde) a falar/cantar sozinho… Mandou vir porque o sinal estava vermelho e porque é que o motorista não andava e logo de seguida começou a cantar o “Playback” do Carlos Paião e lá foi ele, Morais Soares a fora a cantar. Ia feliz e pronto, é o que interessa.

Ah as viagens de autocarro…..



sexta-feira, 18 de março de 2011

I'm out for the weekend bitches!

Fonte: Panuci

Amanhã, vou a Londres visitar o meu love. Volto domingo. É matar saudades dele e dela, a apaixonante cidade, quase uma segunda casa por estes dias! É incrível como é que uma cidade nos marca assim tanto, onde cada viagem é uma excitação completa, só por simplesmente lá estar!

O meu stress: avião. Adoro mas odeio ao mesmo tempo, não consigo explicar a sensação. Crazy people...

terça-feira, 15 de março de 2011

A aventesma, esse animal - parte II

Então não é que esta aventesma, passou hoje à porta do meu trabalho por duas vezes?!? Haja alguma decência. Já não basta o percurso matinal? 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Coisa mai Linda

A moçoila deste vídeo, é a Linda Perry. Nos idos anos 90, houve um rumor que ela tinha morrido, mas felizmente não passou disso. Esta música foi um hit do catano e é, hoje em dia, um hino dos anos 90, na minha opinião!



Hoje fiquei a saber que ela não só está vivinha da silva, como é uma das produtoras da Christina Aguilera e foi ela que compôs e escreveu esta música:



E também fiquei a saber que é gay.

As coisas que se aprendem a ver o E!....

terça-feira, 8 de março de 2011

A aventesma, esse animal

No nosso dia-a-dia, deparamo-nos com as mais variadas espécies de Aventesmas, essa besta, mais propriamente denominada pelos nossos antepassados, Aventesmus idiotus. E chateiam-me. 
Dou o exemplo de uma aventesma que agora apanho todo o santo dia no autocarro, a caminho do trabalho e também já a apanhei na vinda. Ela mexe comigo. Eu olho para ela e só me apetece pregar-lhe dois valentes tabefes nas ventas. É daquelas aventesmas que tem todo um autocarro vazio e se espeta mesmo à saída, a empatar todo o santo idoso que precisa de sair do autocarro para ir aos correios. É daquelas aventesmas que só de olhar, só apetece morrer de tédio, tal é o ar sem vida da criatura. É daquelas aventesmas que veste a mesma roupa todo o santo dia, que usa luvas, mesmo que já esteja um certo ar primaveril e que anda sempre muito direitinha, braços ao longo do corpo e que não anda, foge à polícia, tal é a velocidade que toma à saída do autocarro. Tem sempre o cabelo muito direitinho, um ar sisudo e uns óculos de sol que metem dó. A Samantha Fox ligou-me há bocado à procura deles por acaso.... Deve ser a pessoa mais chata que existe. E eu tenho que atura-la desde que saio de casa até que chego ao trabalho, literalmente. Ela entra na mesma paragem de autocarro que eu e apanha o mesmo metro. E epah, chateia-me.
E pronto, lá vou eu a caminho do trabalho e a conspirar contra ela. Podia ler o livro que levo na mala, podia. Mas não era a mesma coisa. 
Onde é que já ouvi isto?....

domingo, 6 de março de 2011

Vergonha alheia

Adoro ler os comentários às notícias. Encontram-se verdadeiras pérolas. Vejam bem esta reacção à notícia de o Benfica ter perdido:

"porco arbrito0 ladrao ,cornudo ,animal, atrasado mental. este arbrito devia ficar um canceroso e nao meter mais os pes num campo de futebol.......sao estes os meus votes para o animal do arbrito"

E é isto. 

O meu amor tem trinta mil cavalos.... A galopar no peito...

Adoro esta música.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pulp Fiction meets Dr. House

Quem me conhece sabe que o Pulp Fiction é um dos meus filmes favoritos, senão o favorito mesmo.... A passear pela net descobri esta junção de uma das cenas míticas do filme, com um episódio do Dr. House. Ora atentem:



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Parvalhona

Realmente há pessoas que vivem muito fora da realidade... Vejam este artigo da Isabel Stilwell:

"Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.
Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.
É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego. Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles? A verdade é que a crise afecta-nos a todos e não foi inventada «para os tramar», como egocentricamente podem julgar, por isso deixem lá o papel de vítimas, que não leva a lado nenhum.
Só falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar, e não resultam do caos económico com que as empresas se debatem e de leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores.
Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’. Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela."

Ora bem, apanhei este texto através do FB, onde um rapaz escreveu uma resposta fabulosa às barbaridades que esta senhora transmite. Nesse seguimento, também quero deixar o meu testemunho: tal como este rapaz, também eu tirei a licenciatura às minhas custas, e não foi pêra doce, sem ajudas dos meus pais, que infelizmente não me podiam pagar o curso; também eu trabalhei e estudei ao mesmo tempo, tendo uma casa para cuidar, sempre com o pensamento no futuro "Isto vai compensar mais tarde, vou arranjar um bom emprego e tudo isto vai valer a pena.". Hoje em dia, já passei por muita porcaria no trabalho, inclusivamente estar a trabalhar sem receber, e agora trabalho num sítio que não tem nada a ver com o meu curso, mas que me dá o ordenado certinho ao fim do mês e é estável. E agora? Procurar trabalho na minha área?! A ganhar ainda menos do que ganho agora e onde me dão contratos de 6 meses e "depois logo se vê?"? Não quero. E também não tenho cunha, so why bother? Tenho medo de arriscar outra vez e acontecer-me o mesmo que me aconteceu, estar a trabalhar sem receber e a continuarem a exigir e depois "adeus até à próxima e qualquer dia pagamos". Com quase 30 anos, ter medo de arriscar? É triste, mas é a realidade em que vivemos actualmente. Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar, já dizia a minha avó. De momento, tenho uma licenciatura que  me vale de valorização pessoal. Se me arrependo de a ter tirado? Não. Tirei-a com muito esforço e sinto-me orgulhosa disso. Tenho pena é de não a poder pôr em prática a 100%. E eu que gostava tanto de escrever para ganhar a vida, de certeza que faria muito melhor figura que esta tia idiota que nem sabe do que está para aqui a falar.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mais dois no bucho

"127 Hours" e "The Kids are all right".

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Índia - Flores/Plantas

A câmara não capta a beleza e a força que têm estas cores. Mas aqui fica a amostra da variedade e riqueza que a Índia tem para oferecer.