Divagações, histórias, estórias, escárnio e maldizer, todo um rol de emoções de 3 almas perdidas e achadas.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dia da Amizade
Havia tanto para dizer sobre isto, mas infelizmente não temos tempo. Aliás, já foram alguns os posts que escrevi aqui sobre os amigos. Há pessoas que consideramos amigos e que nos conseguem desiludir da pior das formas. E a nossa confiança nas pessoas é abalada de uma forma irreversível, temo eu. Por essas e por outras é que me tornei numa pessoa mais cautelosa, mas mesmo assim, continuo a descobrir verdadeiros tesourinhos deprimentes. Costumo dizer que quanto mais conheço as pessoas, mais gosto de animais.
Sei dizer apenas que amigos, amigos, daqueles verdadeirinhos, tenho poucos, mas bons. Conhecidos e amigos de ocasião, é como os chapéus: há muitos.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
I'm so sweeeet
Quem vier a este blog assim do nada, pensa que é um estaminé de mal dizer e de ódios! Não é, mas eu esta semana estou assim, só porque estou em modo de "ah odeio tudo à minha volta e quero meter-me num avião e fugir durante umas semanas". Já todos tivemos semanas menos boas e eu que andava tão feliz da vida, tinha que vir uma semana estúpida lixar-me o juízo. Mas agora, o fim de semana até começou bem, demorei só meia hora a chegar a casa, graças à Carris (nem tudo corre mal com os autocarros, eu sei), a minha sala não foi infestada por um exército de formigas e a Bubbles vem cá beber café à noite! Começa bem ;)
Vá, eu sou um doce de uma pessoa.... :)
Fonte: google
E em relação ao último post: já andava para escrever há imenso tempo, mas só hoje é que me lembrei! :P O sentimento é o mesmo, esteja eu bem ou mal disposta!
Diarreia Mental (a segunda da semana....)
Desculpem-me as utilizadoras, gosto de vocês na mesma, mas acho medonho os seguinte itens, especialmente quando usados em conjunto:
- Unhas de gel gigantes, do género, "epah-já-cortava-as-unhas-porque-isto-não-dá-jeito-nenhum-para-fazer-nada"
- Unhas de gel gigantes, do mesmo género das anteriores, mas à francesa
- Pulseiras da Pandora
- 2 pulseiras da Pandora (a primeira de todas e agora a que é em cabedal)
*arrepios na espinha*
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Diarreia Mental
Odeio a Carris.
Estar à espera de um autocarro durante vinte minutos ou mesmo meia hora, de manhã, numa capital de uma cidade europeia é simplesmente absurdo.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dia 3
O dia em que percebi a expressão "à grande e à francesa"... Porquê? Porque fomos a Versailles... Ouro e ouro e mais ouro, é o que se passa dentro daquele palácio. É claro que para entrar foi uma hora à torreira do sol, como não podia deixar de ser. Depois do palácio, o "jardinzinho". Não esperava uma coisa tão megalómana, mas de facto aquilo é qualquer coisa de espantoso. Há pequenos tesourinhos escondidos, é preciso é estar atenta ou se forem como eu, ter um nerd dos mapas que vai a tudo quanto é sítio (e ainda bem....!). Como por exemplos:
Pensávamos que íamos sair dali depois de almoço e eram 17h30 e ainda ali andávamos. É um must do quando se vai a Paris, é um local obrigatório e sim, demora-se um dia inteiro! Nunca pensei!
Fomos apanhar o comboio e ficámos literalmente 1h30 à espera que arrancasse porque havia um problema qualquer na linha. Foi horrível porque para além de estar a abarrotar, estava um calor infernal...
Regressados a Paris, demos um saltinho a Notre Dame, passámos a ponte onde estão os famosos cadeados e fomos dar à livraria do Shakespeare.
Uma delícia esta livraria. Aquele cheirinho maravilhoso a livros.... ummmmmmmmmm.... mnhamy! Tem dois pisos e como se pode ver, tem ar de biblioteca de um qualquer fanático. Lindíssima! Daqui partimos em direcção ao Sacré Couer, só para um cheirinho, já que era ao pé de casa. O funicular tinha um fila que minha nossa senhora e apesar do cansaço extremo, lá subimos aquilo tudo a la pata... E não me perguntem porquê, adorei simplesmente tudo: a catedral, a escadaria, a animação, tudo. Apaixonei-me.
Mais um dia em Paris.... No dia de anos da Noninhas :D
about
Fun Fun Fun,
Panuci,
Paris,
Very Happys,
Viagens
terça-feira, 21 de junho de 2011
Wipeout
Tive que parar a meio porque já não aguentava de tanto rir. Preparem-se para deitar um pinguinho!
Dia 2
No segundo dia fomos bem cedinho para a Torre Eiffel. Já lá estavam 50.000 pessoas, pois concerteza. Nas três horas que por ali estivemos, passaram por nós 200 senegaleses, de 30 em 30 segundos, a tentar vender pequenas torres ou lenços maravilhosos de alta griffe, passaram-nos à frente na fila (não escandalosamente, mas como quem não quer a coisa), apareceram as minhas velhas amigas dores de costas, enfim, de tudo um pouco. A meio da espera, olhamos para o placard por cima do guichet e diz que o topo está fechado devido a congestionamento.... Só me apetecia subir a torre em escalada e mandar aqueles animais desampararem a loja. Mas não. O sofrimento foi atroz. Chegados ao guichet, a esperança desvaneceu e só comprámos bilhetes para o segundo piso. Juro por tudo que só me apetecia chorar. 3 horas para ir ao segundo piso... Segundo piso, se estiveres a ler isto, não é nada pessoal... Lá fomos para mais uma fila: a do elevador. E depois no segundo piso, mais uma fila, mas esta das boas: bilhetes para o último piso! HOORAY!!! Lá subimos, todos armados em bons! A vista é espectacular, é de tirar o fôlego ao mais céptico. Lindo lindo, de tirar milhares de fotos!
De seguida fomos para um museu que tem um jardim vertical na fachada, chamado Quai Branly. Entrámos só para se fazer um xixi, morder o ambiente e andor.
Fomos andando até à maravilhosa Ponte Alexandre III, fomos em direcção a Notre Dame (só passámos de rajada... É linda.......) e para descansar finalmente, sentamo-nos à beira do rio, onde comemos uma bucha, bebemos uma cola e conversámos, sem pressas, com Notre Dame à vista :) Tão bom!
Já exaustos, demos corda aos sapatos e fomos até aos Jardins do Luxemburgo. Mais uma maravilha de Paris, o que dizer? Corro o risco de me tornar repetitiva, mas de facto a cidade não desilude nunca. Mais um sítio relaxante para apenas estar... E no nosso caso, descansar mais um "conhé"!
Árvores rectangulares. Love them!
Eu, já bastante rabugenta das terríveis dores nas costas que me perseguem em todas as viagens, lá continuei a seguir o meu hóme, que só me mostra coisas lindas e me leva a sítio bonitos (LOOOL - apeteceu-me!). Direitinhos ao Quartier Latin, onde se espera sempre grande animação, abancámos numa esplanada onde o menu era a €10. Ora é aqui mesmo que vamos alarvar! Estamos a aguardar a nossa bela papinha quando temos a mais bela visão da viagem: Carolina Patrocínio e Gonçalo Uva. Uau! Desatámos aos gritos, a chamá-los e a pedir um autógrafo!! NOT. Lá foram, ele com os seus 3 metros e ela com a sua anca que dá para albergar uma pequena família.
Já de barriguinha cheia, apanhámos um autocarro para os Bateaux-Mouche. Mais uma p"$a de uma fila.... Incrível. Enquanto estamos à espera, a torre Eiffel começa a piscar com toda a força e ficou o povo todo maluco! Com os bilhetes já comprados, lá nos pusemos na fila (!) para entrar. Decidimos desistir deste barco, que ia cheio de gente muita parva (teen americanos, não por favor) e velhas com o pito aos saltos. Fomos no próximo, que também ia muito a tempo, com gente mais calminha e assim comássim o rio e a vista não iam a lado nenhum.
Era isto ao longo de todo o rio, mas em muito maior quantidade.
O passeio de barco é giríssimo, tem um encanto especial à noite, porque vemos tudo iluminado e para além disso, temos o bónus de ver a malta aos magotes sentada à beira do rio no mais puro "combíbio"! Só ficam iluminados quando o barco passa, por isso é muito engraçado começar tudo aos gritos a dizer adeus ao barco (a maioria a mandar-nos pra sítios bonitos concerteza!). Muito giro, o ponto alto da viagem de barco! Kidding'... Para mim, e clichés à parte, a parte que me deixou boquiaberta, foi passar por baixo da torre Eiffel. De uma beleza pura. Esmagadinha!
E lá acabou este dia GIGANTE, mas brutal :D Parece pouca coisa, mas foi um dia esgotante, de tanto andarmos e de tantas filas pela frente. Não deixou de ser um dia maravilhoso!
about
Fun Fun Fun,
Panuci,
Paris,
Very Happys,
Viagens
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Dia 1
Chegámos a meio da tarde a Paris. Do avião ainda conseguimos ver a torre Eiffel. Depois de irmos para o nosso maravilhoso T0 em Montmartre, 19 m2 de cortar a respiração, fomos jantar com uma amiga - que está lá a viver por uns tempos - numa daquelas esplanadas parisienses maravilhosas. Comemos uma salada norviége, de comer e chorar por mais!
De seguida, já sozinhos, demos um saltinho até ao famoso Moulin Rouge, que é logo ali ao pé de casa! Apinhadinho de gente e com uma fila interminável, deu para sentir a euforia do turista quando chega ao afamado moinho ou não fosse dia da criança (é só mesmo para meter esta bucha!). Pode-se considerar este o dia 0, porque o dia 1 propriamente dito, começou no dia seguinte à chegada. Quando passa das 17h já não conta como dia!
Ora dia 1, agora sim. Fomos direitinhos aos Les Invalides. Muito bonito, com árvores em cone, muito coquetes, canhões a dar com um pau e uma cúpula maravilhosa em dourado. Daqui andámos por aquelas lindas ruas até ao Champs de Mars, que com vento não é nada agradável meus amigos, aquilo é uma poeirada pegada. Para quem tem lentes de contacto então, é um miminho dos diabos. Mas foi aqui que tivemos a primeira vista para a torre. Eu ia um bocadinho naquela, vou chegar lá e aquela bodega é uma desilusão. Desenganem-se. A torre Eiffel é brutalíssima! Já lá vamos. Começámos a andar para a dita e pelo caminho vemos os turistas (que não nós!) a fazer as figuras mais ridículas a tirar fotos à torre. De tal modo que tivemos que tirar uma foto a este senhor, que estava deveras entusiasmado:
Esta não seria a sua primeira posição e não foi certamente a última.
Fotos e fotos e mais fotos depois (impossível resistir), lá passamos a torre e é uma maravilha. Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a magnitude da coisa e a sua beleza diferente de tudo e unicamente magnífica. Continuámos caminho para o Trocadero, logo em frente, com resmas de turistas histéricos a tirar fotos e senhores, talvez muitos deles senegaleses, pejados de miniaturas de torres Eiffel de mil e uma cores e lenços de "griffe", chatos como a potassa. Siga para bingo a pé (porque somos masoquistas e porque ainda estávamos bem frescos) até ao Arco do Triunfo, que até tem uma Caixa Geral de Depósitos ao pé (achei interessante partilhar). Adorei, é lindíssimo, cheio de pormenores maravilhosos. Não chegámos a subir. Continuámos caminho para os não menos famosos Champs Élysées!
Oh pra ele e para os cabeçudos todos à frente!
Como a malta é pobre, começa a descer a famosa avenida e saca da bela da sandocha e do pacote da batata frita para almoçar no banquinho. Nós e mais uma catrefada de gente, não se preocupem com o mau aspecto desta que vos escreve!
Eu tenho para mim que quando entramos nos Champs Élysées há um dispositivo que dispara e a maldita música não nos sai da cabeça. É impressionante... Rasparta os franceses.
Fiquei fascinada com O PRÉDIO da Louis Vitton. Um prédio! Só reparei depois de uns segundos de olhar para a fachada. Minha nossa. O raça da avenida nunca mais acaba. Lá chegámos ao fim, onde virámos para o Gran Palais e o piqueno Palais, lindos de morrer também (começo a ser repetitiva, mas é tudo espantoso ali). Desembocámos na ponte Alexandre III, outra maravilha! Percebi então que já tínhamos dado a volta, porque ao fim da ponte estavam os Les Invalides. Oh diabo.... Esta ponte deu cabo de mim, é linda linda linda, com uns pormenores e umas estátuas de tirar o fôlego...
Daí partimos para a gigantesca Praça da Concórdia, e ali estava ele, imponente, o Obelisco de Luxor.
Brutal! Também fiquei fascinada com a fonte e com os candeeiros. Tudo de uma beleza fantástica. Dá para perceber que fiquei esmagadinha com tudo? Ou ainda não?
Continuámos a nossa já longa jornada (eram só duas da tarde.....) em direcção ao Louvre. O vento continuava a ser um bocado ordinário, mas como estava um calor abrasador, até que deu jeito, tirando a poeira constante no ar. O meu cabelo estava palha, as lentes, cartão e os braços à camionista. Sentamos-nos um pouco à sombra a descansar, para nos prepararmos para a estucha do museu. Eu não sabia, mas a entrada do museu é feita pela pirâmide! Lindo! O mais lindo, foi termos o passe do museu. Foi chegar e entrar! É que Paris é a cidade das filas, não do amor, nem das luzes. Filas. Bichas. Bichas não tanto como em Londres, que há muita bicha à solta, mas filas há mais c'as mães, valha-me Deus.
AMEI as esculturas italianas, já em Itália me tinha apaixonado. São de uma perfeição que não dá para acreditar, sinto-me esmagada a vê-las. Adorei mesmo. Quanto às pinturas, gostei muito de umas quantas, mas nada de especial. A Mona coitada, lá estava, cheia de japoneses à volta... É pequena, mas não tão pequena como pensava.
Onde está o Wally?...
Acabou aqui o dia. Isto está mmmmmmmmmmmmmuito resumido, porque também não quero maçar os fregueses. Foi um primeiro dia fantástico, cada cantinho daquela cidade apaixona qualquer um.
E assim acabou:
Nada mau hein? :)
about
Fun Fun Fun,
Panuci,
Paris,
Very Happys,
Viagens
quinta-feira, 9 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Amélie Poulain
Acabei de rever a "O fabuloso destino de Amélie". Já não via este filme desde a altura em que saiu, penso até que só o vi uma vez. Porquê, não sei. Acabei de me apaixonar mais uma vez pelo filme, mas desta vez tocou-me bem fundo, não sei se é por a idade ser outra. Talvez. Toda a mensagem é de uma delicadeza sublime, é ingénua, parece que estamos a assistir a um conto de fadas dos tempos modernos, com todos aqueles estratagemas da Amélie à mistura. Dei por mim com um sorriso rasgado em variadíssimos momentos, parecia uma criança a ver desenhos animados. Há muito que não me sentia assim a ver um filme. É a magia dos filmes bons e imortais, como este certamente será. Para não falar na delícia que é a banda sonora...
E a partir de 4ª, vou eu fazer o meu filme em Paris :)
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O teu riso
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera , amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Pablo Nerudatira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera , amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Done
E pronto já está :)
Foi o que se pode chamar o dia perfeito! Correu tudo às mil maravilhas e até o tempo ajudou! Só houve dilúvio e trovoada na altura do almoço, por isso, podia chover este mundo e o outro que a malta queria era comer e beber!
Agora é descansar, porque 4ª feira lá vamos nós para Paris de la France!
Foi o que se pode chamar o dia perfeito! Correu tudo às mil maravilhas e até o tempo ajudou! Só houve dilúvio e trovoada na altura do almoço, por isso, podia chover este mundo e o outro que a malta queria era comer e beber!
Agora é descansar, porque 4ª feira lá vamos nós para Paris de la France!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Last day
E aqui estou, nas minhas horas de solteirinha, à espera que o verniz seque, cheia de medo de tocar em qualquer objecto perigoso que me estrague o belo trabalho que a Cecília fez. Sozinha em casa, só consigo pensar numa coisa: será que chove amanhã? Ando há uns dias com este pensamento. Não por ser doida varrida, mas pelas previsões que não mudam, mesmo que vá aos sites de meteorologia de 5 em 5 minutos. Era pedir muito que não chovesse entre as 11h e as 13h, oh xôr S. Pedro? Como é a única coisa que não posso controlar, resta-me tentar não pensar na coisa e anhar em frente à televisão até achar que o verniz já está mesmo seco. Ou seja, lá para as 22h da noite, nunca fiando.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Em repeat
"Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?" "Estás nervosa?"
Juro que nunca mais pergunto a uma noiva se está nervosa. JURO!!!!!
Estou nervosa por me perguntarem se estou nervosa!!! Jeez.........
quinta-feira, 19 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Padrõexinhos
Este é que é o Gonorreias. Sim, estava a falar como ele, tal e qual e ainda dei umas fortes gargalhadas sob o efeito da anestesia. Coisa que não posso fazer agora!
Dentista
Fonte: Google
Estes últimos dias não têm sido nada fáceis. Tudo começou na semana antes da Páscoa, uma dor na gengiva começou a atazanar-me o juízo. Pensei que era mais uma das dores de gengiva, que amanhã passava, mas nunca chegou a passar. Passado o fim-de-semana prolongado da Páscoa e muitos Brufens depois, fui ao dentista. Medo e pânico. Veredicto final: tenho que tirar o siso. Não por o dente estar podre ou qualquer coisa triste do género, mas estava "Incluso", tinha muita gengiva por cima, ou seja, a papinha metia-se ali nos entrefolhos e pronto, sarilho. Esta quarta fui tirá-lo. 4 ou 5 anestesias depois (deixei de contar...), o sr. Dr., por sinal muito simpático e apessoado, uma jóia de uma pessoa, lá me tirou o dente, num abrir e fechar de olhos. "Só isto?" pensei eu, ingénua eu... Depois de me suturar a gengiva com uns 2000 pontos, lá fui eu a falar à Gonorreiras (personagem célebre dos Gato Fedorento), toda feliz e contente porque afinal não tinha sido tão mau! Pessoas más, aquelas que diziam que ia sofrer horrores.... Ora bem, o efeito milagroso da anestesia passou e agora é que são elas.... Algumas dores, bastante atenuadas pelo Clonix e companhia, mas a pior dor de todas é a de não poder comer... EU. Não poder comer. Só posso ingerir líquidos e FRIOS.... O horror. No primeiro dia a fome era tal que comi uma coisa que odeio do fundo do meu coração: maçã assada. Mas meus amigos, uma pessoa com fome, come qualquer coisa para se alimentar e com comprimidos no bucho e sem comida a acompanhar, eu já estava a passar para o outro lado. Sacrifícios. O que comi desde quarta resume-se a muito iogurte líquido, 3 gelados, a maçã assada que me salvou do badagaio, mousses de limão, sopa fria, puré de batata e um prato de esparregado, o meu jantar de ontem. Se não emagrecer à pala disto, parto a boca a alguém...
domingo, 1 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Ontem e Sempre
Ontem fui pela primeira vez à Avenida da Liberdade celebrar o 25 de Abril! Lá fui eu, Avenida abaixo toda feliz e contente, eu e o povo pah! Gostei de sentir a união, mas o que gostei mesmo foi de ver espelhado na cara das pessoas o sentimento que nutrem pela data e a vontade de quererem que este nosso pequeno país siga em frente e que não continue a dar tiros nos pés. Foi bonito, pena ter sido a primeira vez.
Ficam agora aqui alguns registos:
O típico homem do bigode e o seu chaimite
Também eu amigo, deixa lá.
O sentimento é mútuo e geral.
Portugal ao contrário.
Olha o coiso....
Na porta da casa de banho do "Jerónimo", no Rossio.
Pode dar jeito a alguma alma mais só.
Quem é amiga, quem é?
Subscrever:
Mensagens (Atom)






