Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Sevilha

Passados quase 11 anos voltei a Sevilha. Foi uma viagem com um sabor agridoce, porque deixei cá o Panino e fui ter com o marido. Ou seja, coração pequenino, pequenino... Estive mesmo para não ir, não estava mesmo com vontade nenhuma de me afastar durante 3 dias do meu bebézão, mas lá fui, com um nó na garganta que metia dó. São 8 horas de autocarro, que não custam nada, se formos acompanhados por um bom livro, música, duas revistas e muita comida, porque eu sou uma rapariga de alimento e não sei o que faria se me desse a fome e ainda faltassem 3 horas até a carripana parar. Arrancava a cabeça a alguém ou algo do género. 
Para além do momento em que vi um bebé do tamanho do Panino a chorar e me deu um ataque de choro, mas discreto porque eu sou uma pessoa que não dá nas vistas, não tive mais nenhum ataque do género, o que foi muito bom e saudável. Estava sempre a pensar nele e cada vez que via um bebé ficava com o coração apertado e com um sentimento de culpa brutal, mas depois começava a ser racional e a pensar que ele estava nas melhores mãos, as dos avós, e que lá por ter agora um filho, não quer dizer que nos anulemos como pessoas e deixemos de viver a vida. Para além de sermos pais, somos também um casal, muito apaixonado por sinal, e não podemos nunca deixar esta parte de lado. Estes 3 dias foram óptimos para dormir muito (é aproveitar senhores!), namorar, descansar, passear, comer, beber e rir muito. 
Sevilha ainda é melhor do que eu me lembrava. Tem uma vida do caraças! Quando lá fomos não era nada assim! Adorei! É um sítio perfeito para passar um fim de semana com pessoal amigo, para comer e beber à grande. Muito bom mesmo! E os coños até que são simpáticos, não tenho nada a dizer deles. Sempre muito prestáveis e com um sorriso na cara. 







Esta árvore está aqui porque tem uma história. Em 2002 fomos com mais quatro amigos (ainda não namorávamos, mas pouco faltava...) a Sevilha e Madrid, depois do festival do Sudoeste. Foi uma viagem inesquecível. Andávamos nós por Sevilha quando vimos esta árvore... Ficámos doidos, por ser tão bonita e única. Lá tirámos uma foto para a posteridade, todos felizes e contentes. Agora, quando lá estive, fomos lá dar e quando a vi, totalmente sem querer lá ir dar, arregalei os olhos e disse "Olha a árvore!!!". E cá está ;)


domingo, 20 de janeiro de 2013

Cry Baby

Sinto-me como o tempo. Hoje ele voltou para Londres e eu cá fiquei com o Panino, completamente destroçada por dentro, como sempre. Não há maneira de me habituar a isto e a cada viagem é cada vez pior. O nó na garganta teima em não me deixar (já anda por cá há mais de uma semana) e por muito que tente ser racional, as lágrimas escorrem-me pela cara, não consigo fazê-las parar, só mesmo quando o Panino está acordado. É uma luta constante. Tenho que me esforçar bastante para o fazer, mas não quero que ele me veja assim. E só passaram 7 horas desde que ele saiu de casa. Não me consigo habituar, paciência. Hei-de sempre ficar assim e hei-de sempre andar a sofrer por antecipação durante semanas. 


terça-feira, 29 de maio de 2012

Resumo de Londres

Ora bem resumindo foi assim:

Anhar em Camden.


Anhar em St. James's Park.


Anhar em St. James's Park, mas numa cadeira e noutro sítio. O baby adorou o parque, não parou um segundo!


A preparação do Jubileu da outra.


O sempre maravilhoso Ben. Cada vez que o vejo, é como se fosse a primeira!


Outline do Parlamento e do Big Ben.


Aquela cena gigante que ainda não está pronta.


A loja só de M&M's. É brutalíssima, não há explicação!



Speaker's Corner. Muito se gritava!


Senti-me num filme do Tarantino...


E ainda fizemos uma coisa que não tínhamos feito: anhar no Hyde Park.


Foi isto. Foram uns dias maravilhosos e com muito muito relax, apesar de termos andado bastante! Fomos picar o ponto ao interior de Westminster, que eu ainda não conhecia, e fora isso foi só mesmo aproveitar os 27 graus que se faziam sentir nesta bela cidade! Os bifes estavam todos cor-de-rosa, porque aquelas alminhas deitam-se à torreira do sol, sem mais nem menos! Eram eles ao sol, a torrar e nós sempre atrás da sombrinha! Fazem eles bem, que aproveitem!
Foi uma bela comemoração do nosso primeiro aniversário!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Here I go!

Fonte: Panuci


Amanhã volto à bela Londres, para a única viagem que vou fazer em 2012. É pena, mas é por uma boa causa! ;)

Vou lá ter com o senhor meu esposo, pela ocasião do primeiro aniversário de nosso casamento, se bem que não é precisa nenhuma desculpa para se voltar a Londres... 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Batalha



Fotos by Panuci

Sabeis o que é isto?! Sabeis? Sabeis?? Quereindes saber?? Quereindes?? Mesmo mesmo? 

Mas mesmo mesmo, assim como quem quer saber mesmo mesmo o que isto é? Quereindes? Hum?

São reflexos de vitrais. 

Ou isso ou os padres iam dar uma festa de arromba nessa noite. Na maluqueira, assim até à meia-noite!

Fiquei pasmada como é que uma coisa tão simples combinada com um sol maravilhoso lá fora, conseguem criar uma imagem tão bonita, que mal consegui transpor para as fotografias. Belíssimo.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sonhar

Fonte: Panuci

Foto tirada em Paris, no primeiro dia. 

Apeteceu-me deixar um pedacinho da viagem aqui, porque me está a apetecer viajar e sei que nos próximos tempos vai ser impossível sequer pensar em por os pés fora de Portugal. A crise chegou também ao meu trabalho por isso está na hora de fechar os cordões à bolsa nos próximos tempos. Resta-me esperar e enquanto isso, revejo as fotos das últimas viagens. Porque sonhar ainda não paga nenhum imposto.

(suspiro)


terça-feira, 12 de julho de 2011

Dia 3

O dia em que percebi a expressão "à grande e à francesa"... Porquê? Porque fomos a Versailles... Ouro e ouro e mais ouro, é o que se passa dentro daquele palácio. É claro que para entrar foi uma hora à torreira do sol, como não podia deixar de ser. Depois do palácio, o "jardinzinho". Não esperava uma coisa tão megalómana, mas de facto aquilo é qualquer coisa de espantoso. Há pequenos tesourinhos escondidos, é preciso é estar atenta ou se forem como eu, ter um nerd dos mapas que vai a tudo quanto é sítio (e ainda bem....!). Como por exemplos:


Pensávamos que íamos sair dali depois de almoço e eram 17h30 e ainda ali andávamos. É um must do quando se vai a Paris, é um local obrigatório e sim, demora-se um dia inteiro! Nunca pensei!

Fomos apanhar o comboio e ficámos literalmente 1h30 à espera que arrancasse porque havia um problema qualquer na linha. Foi horrível porque para além de estar a abarrotar, estava um calor infernal... 

Regressados a Paris, demos um saltinho a Notre Dame, passámos a ponte onde estão os famosos cadeados e fomos dar à livraria do Shakespeare.






Uma delícia esta livraria. Aquele cheirinho maravilhoso a livros.... ummmmmmmmmm.... mnhamy! Tem dois pisos e como se pode ver, tem ar de biblioteca de um qualquer fanático. Lindíssima! Daqui partimos em direcção ao Sacré Couer, só para um cheirinho, já que era ao pé de casa. O funicular tinha um fila que minha nossa senhora e apesar do cansaço extremo, lá subimos aquilo tudo a la pata... E não me perguntem porquê, adorei simplesmente tudo: a catedral, a escadaria, a animação, tudo. Apaixonei-me.




Mais um dia em Paris.... No dia de anos da Noninhas :D

terça-feira, 21 de junho de 2011

Dia 2

No segundo dia fomos bem cedinho para a Torre Eiffel. Já lá estavam 50.000 pessoas, pois concerteza. Nas três horas que por ali estivemos, passaram por nós 200 senegaleses, de 30 em 30 segundos, a tentar vender pequenas torres ou lenços maravilhosos de alta griffe, passaram-nos à frente na fila (não escandalosamente, mas como quem não quer a coisa), apareceram as minhas velhas amigas dores de costas, enfim, de tudo um pouco. A meio da espera, olhamos para o placard por cima do guichet e diz que o topo está fechado devido a congestionamento.... Só me apetecia subir a torre em escalada e mandar aqueles animais desampararem a loja. Mas não. O sofrimento foi atroz. Chegados ao guichet, a esperança desvaneceu e só comprámos bilhetes para o segundo piso. Juro por tudo que só me apetecia chorar. 3 horas para ir ao segundo piso... Segundo piso, se estiveres a ler isto, não é nada pessoal... Lá fomos para mais uma fila: a do elevador. E depois no segundo piso, mais uma fila, mas esta das boas: bilhetes para o último piso! HOORAY!!! Lá subimos, todos armados em bons! A vista é espectacular, é de tirar o fôlego ao mais céptico. Lindo lindo, de tirar milhares de fotos!




De seguida fomos para um museu que tem um jardim vertical na fachada, chamado Quai Branly. Entrámos só para se fazer um xixi, morder o ambiente e andor.


Fomos andando até à maravilhosa Ponte Alexandre III, fomos em direcção a Notre Dame (só passámos de rajada... É linda.......) e para descansar finalmente, sentamo-nos à beira do rio, onde comemos uma bucha, bebemos uma cola e conversámos, sem pressas, com Notre Dame à vista :) Tão bom!




Já exaustos, demos corda aos sapatos e fomos até aos Jardins do Luxemburgo. Mais uma maravilha de Paris, o que dizer? Corro o risco de me tornar repetitiva, mas de facto a cidade não desilude nunca. Mais um sítio relaxante para apenas estar... E no nosso caso, descansar mais um "conhé"!




Árvores rectangulares. Love them!


Eu, já bastante rabugenta das terríveis dores nas costas que me perseguem em todas as viagens, lá continuei a seguir o meu hóme, que só me mostra coisas lindas e me leva a sítio bonitos (LOOOL - apeteceu-me!). Direitinhos ao Quartier Latin, onde se espera sempre grande animação, abancámos numa esplanada onde o menu era a €10. Ora é aqui mesmo que vamos alarvar! Estamos a aguardar a nossa bela papinha quando temos a mais bela visão da viagem: Carolina Patrocínio e Gonçalo Uva. Uau! Desatámos aos gritos, a chamá-los e a pedir um autógrafo!! NOT. Lá foram, ele com os seus 3 metros e ela com a sua anca que dá para albergar uma pequena família.


Já de barriguinha cheia, apanhámos um autocarro para os Bateaux-Mouche. Mais uma p"$a de uma fila.... Incrível. Enquanto estamos à espera, a torre Eiffel começa a piscar com toda a força e ficou o povo todo maluco! Com os bilhetes já comprados, lá nos pusemos na fila (!) para entrar. Decidimos desistir deste barco, que ia cheio de gente muita parva (teen americanos, não por favor) e velhas com o pito aos saltos. Fomos no próximo, que também ia muito a tempo, com gente mais calminha e assim comássim o rio e a vista não iam a lado nenhum. 




Era isto ao longo de todo o rio, mas em muito maior quantidade.


O passeio de barco é giríssimo, tem um encanto especial à noite, porque vemos tudo iluminado e para além disso, temos o bónus de ver a malta aos magotes sentada à beira do rio no mais puro "combíbio"! Só ficam iluminados quando o barco passa, por isso é muito engraçado começar tudo aos gritos a dizer adeus ao barco (a maioria a mandar-nos pra sítios bonitos concerteza!). Muito giro, o ponto alto da viagem de barco! Kidding'... Para mim, e clichés à parte, a parte que me deixou boquiaberta, foi passar por baixo da torre Eiffel. De uma beleza pura. Esmagadinha! 


E lá acabou este dia GIGANTE, mas brutal :D Parece pouca coisa, mas foi um dia esgotante, de tanto andarmos e de tantas filas pela frente. Não deixou de ser um dia maravilhoso!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dia 1

Chegámos a meio da tarde a Paris. Do avião ainda conseguimos ver a torre Eiffel. Depois de irmos para o nosso maravilhoso T0 em Montmartre, 19 m2 de cortar a respiração, fomos jantar com uma amiga - que está lá a viver por uns tempos - numa daquelas esplanadas parisienses maravilhosas. Comemos uma salada norviége, de comer e chorar por mais!


De seguida, já sozinhos, demos um saltinho até ao famoso Moulin Rouge, que é logo ali ao pé de casa! Apinhadinho de gente e com uma fila interminável, deu para sentir a euforia do turista quando chega ao afamado moinho ou não fosse dia da criança (é só mesmo para meter esta bucha!). Pode-se considerar este o dia 0, porque o dia 1 propriamente dito, começou no dia seguinte à chegada. Quando passa das 17h já não conta como dia! 

Ora dia 1, agora sim. Fomos direitinhos aos Les Invalides. Muito bonito, com árvores em cone, muito coquetes, canhões a dar com um pau e uma cúpula maravilhosa em dourado. Daqui andámos por aquelas lindas ruas até ao Champs de Mars, que com vento não é nada agradável meus amigos, aquilo é uma poeirada pegada. Para quem tem lentes de contacto então, é um miminho dos diabos. Mas foi aqui que tivemos a primeira vista para a torre. Eu ia um bocadinho naquela, vou chegar lá e aquela bodega é uma desilusão. Desenganem-se. A torre Eiffel é brutalíssima! Já lá vamos. Começámos a andar para a dita e pelo caminho vemos os turistas (que não nós!) a fazer as figuras mais ridículas a tirar fotos à torre. De tal modo que tivemos que tirar uma foto a este senhor, que estava deveras entusiasmado:


Esta não seria a sua primeira posição e não foi certamente a última.

Fotos e fotos e mais fotos depois (impossível resistir), lá passamos a torre e é uma maravilha. Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a magnitude da coisa e a sua beleza diferente de tudo e unicamente magnífica. Continuámos caminho para o Trocadero, logo em frente, com resmas de turistas histéricos a tirar fotos e senhores, talvez muitos deles senegaleses, pejados de miniaturas de torres Eiffel de mil e uma cores e lenços de "griffe", chatos como a potassa. Siga para bingo a pé (porque somos masoquistas e porque ainda estávamos bem frescos) até ao Arco do Triunfo, que até tem uma Caixa Geral de Depósitos ao pé (achei interessante partilhar). Adorei, é lindíssimo, cheio de pormenores maravilhosos. Não chegámos a subir. Continuámos caminho para os não menos famosos Champs Élysées!


Oh pra ele e para os cabeçudos todos à frente!

Como a malta é pobre, começa a descer a famosa avenida e saca da bela da sandocha e do pacote da batata frita para almoçar no banquinho. Nós e mais uma catrefada de gente, não se preocupem com o mau aspecto desta que vos escreve! 
Eu tenho para mim que quando entramos nos Champs Élysées há um dispositivo que dispara e a maldita música não nos sai da cabeça. É impressionante... Rasparta os franceses.
Fiquei fascinada com O PRÉDIO da Louis Vitton. Um prédio! Só reparei depois de uns segundos de olhar para a fachada. Minha nossa. O raça da avenida nunca mais acaba. Lá chegámos ao fim, onde virámos para o Gran Palais e o piqueno Palais, lindos de morrer também (começo a ser repetitiva, mas é tudo espantoso ali). Desembocámos na ponte Alexandre III, outra maravilha! Percebi então que já tínhamos dado a volta, porque ao fim da ponte estavam os Les Invalides. Oh diabo.... Esta ponte deu cabo de mim, é linda linda linda, com uns pormenores e umas estátuas de tirar o fôlego... 




Daí partimos para a gigantesca Praça da Concórdia, e ali estava ele, imponente, o Obelisco de Luxor.


Brutal! Também fiquei fascinada com a fonte e com os candeeiros. Tudo de uma beleza fantástica. Dá para perceber que fiquei esmagadinha com tudo? Ou ainda não?

Continuámos a nossa já longa jornada (eram só duas da tarde.....) em direcção ao Louvre. O vento continuava a ser um bocado ordinário, mas como estava um calor abrasador, até que deu jeito, tirando a poeira constante no ar. O meu cabelo estava palha, as lentes, cartão e os braços à camionista. Sentamos-nos um pouco à sombra a descansar, para nos prepararmos para a estucha do museu. Eu não sabia, mas a entrada do museu é feita pela pirâmide! Lindo! O mais lindo, foi termos o passe do museu. Foi chegar e entrar! É que Paris é a cidade das filas, não do amor, nem das luzes. Filas. Bichas. Bichas não tanto como em Londres, que há muita bicha à solta, mas filas há mais c'as mães, valha-me Deus.

AMEI as esculturas italianas, já em Itália me tinha apaixonado. São de uma perfeição que não dá para acreditar, sinto-me esmagada a vê-las. Adorei mesmo. Quanto às pinturas, gostei muito de umas quantas, mas nada de especial. A Mona coitada, lá estava, cheia de japoneses à volta... É pequena, mas não tão pequena como pensava. 



Onde está o Wally?...

Acabou aqui o dia. Isto está mmmmmmmmmmmmmuito resumido, porque também não quero maçar os fregueses. Foi um primeiro dia fantástico, cada cantinho daquela cidade apaixona qualquer um.

E assim acabou:


Nada mau hein? :)