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terça-feira, 19 de março de 2013

Vizinhos

Por falar neles, é assim que os denominamos:

Há os Paulos (porque são o Paulo e a Paula). Há os trombudos do R/c. Há os gordos. Dentro dos gordos, há um sub-tema: a Rueff (porque parece uma personagem que a Rueff fez há uns tempos, gorda com óculos estranhos). Há a Carolina Salgado. Há a do cão. Há o Bárbara, com o sub-tema Pachonas, sendo estas as suas duas filhas adolescentes muito estranhas e anafadas. E há, segundo o meu óme, o pai do meu filho, que é o do 2º direito (só porque eu lhe acho uma certa graça...).

E a pergunta que se impõe é: o que seremos nós? :P

Pensamento do dia

Se eu, que vivo no 4º e último andar, ouço bater a porta da rua com toda a sua pujança, como se fosse aqui ao lado, imagino o pessoal do R/C.

Por falar nisso, às vezes apetece-me abrir a minha porta e gritar "COM A CABEÇA!!!" aos vizinhos que teimam em fechar as suas portas de casa com toda a energia que têm no corpo. Há uma coisa espectacular chamada CHAVE que se roda e permite fechar as portas, daquelas que fecham mal ou que são antigas, tipo a minha, com todo o silêncio do mundo.

É só mesmo um pensamento.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

No domingo conduzi, pela primeira vez, sozinha com o Panino. Fiz tudo de forma tão automática, que a meio do caminho teimei que não lhe tinha posto o cinto! "OH MEU DEUS, ele não tem cinto, como é que é possível???" pensava eu stressada! Quando parei, estava ele lindamente a dormir e com o cinto colocado. Quando o mê home for para Londres no próximo domingo, vou passar o ovo para o banco da frente, porque já sei que se não for assim, vou passar as viagens todas a stressar estupidamente e desconcentro-me da condução, coisa que não queremos, não é verdade?

Desde que o Panino nasceu que a minha cabeça tem estado a kms de distância do que é actualmente. Para além de me sentir taralhoca, também estou hiper desastrada e só faço asneiras. Ando um bocadinho irritada com este estado da minha pessoa, sinto-me limitada. Não sei se é de estar em casa com o cérebro parado, se é normal nesta fase estarmos mais cansada, não sei. Espero que quando voltar ao trabalho isto vá ao lugar, porque sinceramente não gosto de me sentir tóina.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Missing marketing

Sempre que vejo na televisão alguém a trabalhar em campanhas de publicidade/marketing, dá-me uma saudade imensa de voltar ao ramo. Sinto falta daquele stress horrível de cumprir timings e mandar vir com a agência e no final ver o nosso trabalho concretizado e maravilhoso na rua. É nestes momentos que me sinto mesmo muito triste por estar a fazer algo que não tem nada a ver com o meu curso. Mas oh well, a vida continua e há-de surgir uma oportunidade. Por enquanto, fico contente por estar a fazer um bom trabalho no sítio onde estou, é o que interessa. Ah, e receber ao fim do mês também me soa muito bem! ;)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

I'm so sweeeet

Quem vier a este blog assim do nada, pensa que é um estaminé de mal dizer e de ódios! Não é, mas eu esta semana estou assim, só porque estou em modo de "ah odeio tudo à minha volta e quero meter-me num avião e fugir durante umas semanas". Já todos tivemos semanas menos boas e eu que andava tão feliz da vida, tinha que vir uma semana estúpida lixar-me o juízo. Mas agora, o fim de semana até começou bem, demorei só meia hora a chegar a casa, graças à Carris (nem tudo corre mal com os autocarros, eu sei), a minha sala não foi infestada por um exército de formigas e a Bubbles vem cá beber café à noite! Começa bem ;)

Vá, eu sou um doce de uma pessoa.... :)

Fonte: google

E em relação ao último post: já andava para escrever há imenso tempo, mas só hoje é que me lembrei! :P O sentimento é o mesmo, esteja eu bem ou mal disposta! 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Lamechices

Não há nada melhor do que estar com a nossa família. Não há nada melhor do que os almoços e jantares familiares. Todos temos queixas das nossas famílias, mas não há nada melhor do que estarmos todos juntos e aproveitar cada momento, porque nada dura para sempre. Visão pessimista da coisa? Talvez, mas é a realidade. Por isso, cada vez que pensarem "Fogo, outro almoço de família, que seca....", pensem que há que abraçar estes pequenos momentos, que pecam por ser poucos e aproveitem tudo e todos. Deu-me para isto hoje, não me perguntem porquê. Só porque hoje passei o dia em família!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Parvalhona

Realmente há pessoas que vivem muito fora da realidade... Vejam este artigo da Isabel Stilwell:

"Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.
Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.
É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego. Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles? A verdade é que a crise afecta-nos a todos e não foi inventada «para os tramar», como egocentricamente podem julgar, por isso deixem lá o papel de vítimas, que não leva a lado nenhum.
Só falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar, e não resultam do caos económico com que as empresas se debatem e de leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores.
Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’. Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela."

Ora bem, apanhei este texto através do FB, onde um rapaz escreveu uma resposta fabulosa às barbaridades que esta senhora transmite. Nesse seguimento, também quero deixar o meu testemunho: tal como este rapaz, também eu tirei a licenciatura às minhas custas, e não foi pêra doce, sem ajudas dos meus pais, que infelizmente não me podiam pagar o curso; também eu trabalhei e estudei ao mesmo tempo, tendo uma casa para cuidar, sempre com o pensamento no futuro "Isto vai compensar mais tarde, vou arranjar um bom emprego e tudo isto vai valer a pena.". Hoje em dia, já passei por muita porcaria no trabalho, inclusivamente estar a trabalhar sem receber, e agora trabalho num sítio que não tem nada a ver com o meu curso, mas que me dá o ordenado certinho ao fim do mês e é estável. E agora? Procurar trabalho na minha área?! A ganhar ainda menos do que ganho agora e onde me dão contratos de 6 meses e "depois logo se vê?"? Não quero. E também não tenho cunha, so why bother? Tenho medo de arriscar outra vez e acontecer-me o mesmo que me aconteceu, estar a trabalhar sem receber e a continuarem a exigir e depois "adeus até à próxima e qualquer dia pagamos". Com quase 30 anos, ter medo de arriscar? É triste, mas é a realidade em que vivemos actualmente. Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar, já dizia a minha avó. De momento, tenho uma licenciatura que  me vale de valorização pessoal. Se me arrependo de a ter tirado? Não. Tirei-a com muito esforço e sinto-me orgulhosa disso. Tenho pena é de não a poder pôr em prática a 100%. E eu que gostava tanto de escrever para ganhar a vida, de certeza que faria muito melhor figura que esta tia idiota que nem sabe do que está para aqui a falar.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

I'm With Coco!!!


Ainda não tinha tido oportunidade de falar aqui sobre isto, mas o que aconteceu ao meu Conan foi uma grande vergonha..... Fiquei muito triste pelo afastamento dele do Tonight Show, achei super injusto, nem lhe deram oportunidade de tentar atingir o público que dava as audiências ao troll do Leno..... Mas cá espero ansiosa por novos desenvolvimentos! Sei que mais tarde ou mais cedo ele vai aparecer com um programa "à Conan", melhor do que nunca e com a equipa de sempre. Mai nada.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Flagelo

Fala-se muito da gripe A mas há uma pandemia que teima em nos atacar ano após ano, da qual ninguém fala e que passa por nós sorrateiramente: os pais natal pendurados e as luzes nas varandas. É um flagelo. Não há pachorra. Confesso que há varandas engraçadas, feitas com gosto.  Em contrapartida há varandas aberrantes, nomeada e mormente uma das minhas traseiras. A minha teoria é que pegaram na mangueira das luzes, mandaram ao ar e "deixa ficar assim que fica bonito". É um novo tipo de arte negligé diria eu, a arte de fazer com que as pessoas que por ali passam fiquem com vontade de dar um tiro nas ventas! Há quem tente e mesmo assim as varandas ficam a parecer um cenário de guerra, mas nota-se o esforço, agora aquela.... Não sei. O que se passará na cabeça daquela família? Gostaria eu de saber se não haverá ali qualquer tipo de distúrbio que não lhes permite assimilar bem as coisas. Pobres os que têm que olhar para aquilo diariamente até ao dia de Reis. Ou então até mais tarde, porque esta casa esteve decorada com luzes até o final de Fevereiro deste ano.... Medo...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Inquietude

Hoje comecei a ler "Inquietude" de William Boyd e no início tem esta citação de Marcel Proust (O Caminho de Guermantes) que me deixou... inquieta:

«Realmente dizemos que a hora da morte é incerta, mas, quando dizemos tal coisa, imaginamos essa hora como que situada num espaço vago e remoto, não pensamos que tenha a mínima relação com o dia já começado e possa significar que a morte possa ocorrer nessa mesma tarde, tão pouco incerta, essa tarde em que o emprego de todas as horas está previamente regulado. Empenhamo-nos em passear para conseguirmos num mês o total de bom ar necessário, hesitámos na escolha da capa que levaremos, do cocheiro que chamaremos, estamos de carruagem, temos o dia inteiro pela frente, curto, porque queremos voltar a tempo de receber uma amiga; desejaríamos que também fizesse bom tempo amanhã, e não suspeitamos que a morte, que tem estado a avançar dentro de nós noutro plano, escolheu precisamente esse dia para entrar em cena, dentro de alguns minutos...»

Caraças.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Tempos modernos

fonte: google.pt

Há quem lhe chame a doença do século. E eu sou vítima dela há uns tempos. Há duas noites mal dormi por estar com palpitações constantes, o que também me deixava super preocupada, o que faz com que não conseguisse descansar de todo. Um ciclo lixado. Esta noite foi igual, mas com a agravante de não ter ido trabalhar da parte da manhã, por tão estourada que estava... Apesar de querer estar tranquila, a dúvida do que será isto não me larga. Amanhã vou ao senhor doutor para que ele me diga "isso é stress, acalme o ritmo e tome lá estes drunfos que isso já passa". Ou o que eu espero que ele diga. Enquanto isso, vou-me distraindo com trabalho (inteligente né?....). Sempre distrai.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Para os meus Colegas (ex)

Agora sim, consigo descrever como foi a despedida na passada sexta-feira (consegui parar um bocadinho....). O dia correu bem, a arrumar as tralhas, a deitar muita papelada para a reciclagem, a tratar de coisas que deviam ficar tratadas, a tentar deixar tudo perfeito para quem fica. Às 17h30 começaram as despedidas... E aqui é que as coisas começaram a ficar estranhas. Dizer adeus a 5 anos de pessoas que conhecemos e deixámos entrar nas nossas vidas, umas de imediato, outras aos poucos, é uma sensação ingrata, injusta, infeliz. Falo por mim, a sentimentalzinha cá do sítio. Não é dizer adeus, porque os contactos mantêm-se, é o convívio diário, as piadas e olhares cúmplices, aquele sorriso, aquele ambiente a que chamamos casa ao fim e ao cabo. Passamos mais tempo com eles do que com a família. Laços são criados inevitavelmente, empatias surgem, amizades nascem. Na sexta, o meu coração ficou pequenino pequenino... Beijos que foram dados, abraços intermináveis, que eu queria que não acabassem nunca, olhos vermelhos de emoção que diziam tudo, apesar de não ouvirmos nada, na hora do "até logo". Carregada de sacos e de lágrimas, com um nó na garganta, lá fui eu para outra aventura, num caminho para casa feito em silêncio. Não havia espaço para mais nada, apenas o silêncio. Drama a mais? Talvez. Não posso negar aos sentimentos que me assolam, à emoção que toma conta de mim quando falo em pessoas que me ficaram no coração. No meio de tantas coisas más, ficam apenas os bons momentos.

Saudades.
"Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional."
Agatha Christie

terça-feira, 17 de março de 2009

A vista daqui

fonte: Google

Daqui vejo...

... o Castelo de São Jorge
... a Esplanada e a Igreja da Graça
... o Tejo
... a Margem Sul

... Lisboa.

Cá estou eu de volta a Lisboa. Deixei a Buraca (desculpem, Benfica...) para vir bem para o centro. Já me fazia falta ter esta confusão toda à minha volta, de ver pessoas, muitas, à hora de almoço, de puder sair à rua e ter vida e não apenas um LIDL. Claro que nada disto compensa a falta dos meus colegas (ex-colegas já....), de quem sinto muita falta, daquele convívio diário, daquelas gargalhadas bem sonoras, dos almoços de escárnio e mal dizer.

Apesar de tudo, sabe bem regressar à confusão! E estou pertinho do Chiado, a minha paixão, my lover...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Há uma coisa que me está a deixar bastante indignada. Agora, o trabalho que os ingleses não quiseram fazer durante décadas de repente já é "digno" de ser feito por eles... Querem expulsar os portugueses e os italianos dos seus trabalhos humildes para darem os empregos a quem é inglês. Isto mete-me nojo. Fiquei simplesmente chocada com esta atitude dos ingleses. Durante anos e anos, o trabalho de merda foi deixado para quem o quisesse aceitar e agora de repente querem as pessoas escurraçadas dos seus empregos. Não tem cabimento. E quando a crise passar?? Vão continuar nesses empregos? Ou já deixam que os emigrantes fiquem com eles!?

Mais info aqui: http://diario.iol.pt/internacional/reino-unido-trabalhadores-portugueses-petrolifera-total-discriminacao/1038962-4073.html

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

JUAN MUÑOZ


Quem quer ir ver comigo?

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Dilema Actual

Contemporâneos ou Gato Fedorento?

Os Contemporâneos têm um humor corrosivo e actual que é o que se quer, muito bem esgalhado, tendo apenas como falha, na minha humilde opinião, aqueles momentos do Bruno Nogueira, que tanto têm de geniais como de absolutamente absurdos... Uma mão lava a outra, vá. Gosto das entrevista de rua que ele agora faz na 2ª série. O Povão nunca nos deixa ficar mal! É um rapaz vivaço, cheio de genica e com visão prá coisa. Well done!

O Eduardo Madeira tem-me vindo a surpreender pela positiva, semana após semana, eu que achava este homem, categoricamente, uma grande besta. Mea Culpa Eduardo Madeira. Estás cá dentro! Gonçalo Waddington, palavras para quê? Fabuloso! A Carla Vasconcelos e o Dinarte Branco são ambos muito engraçados, sendo que a Carla tem tido muito mais oportunidade de brilhar e tem conseguido responder ao desafio. Do Nuno Lopes, não se fala, o homem não existe. E o Markl, é o Markl.

sto muito resumidamente para dizer que é um grupo que não deixa nada a desejar e espero que dure durante muito tempo, porque já fazia cá falta uma lufada de ar fresco destas, sem estarmos sempre a levar com o fantastic four, AKA Gatos. Não tenho nada contra, muito pelo contrário, adoro e acho que são o créme de la créme, mas sinceramente, esperava que eles voltassem com um novo registo, outro tipo de programa... O "Zé Carlos" é mais do mesmo. Mas para já, dá-se o benefício da dúvida e espera-se que o Governo lhes vá dando uma mãozinha todas as semanas! E acredito que dê! De qualquer das formas, não deixo de ver nem um nem outro. A semana que passou, Contemporâneos 1 Gatos 0.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Assunto do Dia

Hoje o Parlamento rejeitou dois projectos-lei do Bloco de Esquerda e dos Verdes sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Lanço aqui "vivas" ao Manuel Alegre, por exemplo, que "desrespeitou" a disciplina de voto do PS. Diz que votou conforme a sua consciência. Que coisa estranha esta a de votar por si e não por um partido (ironia)...

Ontem à noite na Sic, no Jornal da Noite, debatia-se que um casamento tem a ver não só com afecto, mas também com uma dimensão jurídica e patrimonial, ou seja, os direitos e deveres que um casamento exige. Ou seja, tudo isto gira à volta de questões jurídicas que não prevêem um principio de igualdade aos homossexuais. É legal uma união de facto, mas não o casamento....

Uma pessoa sozinha pode adoptar uma criança, mas um casal homossexual não. Não entendo como é que uma família monoparental tem este direito e um casal de homossexuais não... Desde que a criança seja criada num ambiente são e estável, não vejo o problema! Se um casal (homossexual ou não) quer adoptar uma criança, é porque certamente lhe dará todo o seu incondicional amor e tem os meios essencias para a criar devidamente. A homossexualidade não se pega e não se escolhe, a criança não ficará com o "Bicho" entrenhado no sangue...

Sou a favor da liberdade de escolha e sou a favor do casamento entre homossexuais. São duas pessoas que se amam. Acho que isto basta não?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

Invisible

Now you see me, now you don't.

Sensação agradável... not.